Cultural

Traduções Literárias Pós-humanas? Um Exemplo Kafkiano

Qual é a qualidade da tradução feita atualmente pelos computadores? Para encontrar uma resposta a esta pergunta, coloco a questão a um dos mais avançados sistemas de MT atuais, e introduzo uma das frases mais conhecidas da língua alemã, o início do conto de Kafka “A Metamorfose” (1915). 

Imagem da Wikipédia

Podia a Wikipédia ser igual em todas as línguas?

Em que consistiria esta Wikipédia Universal, e como funcionaria? Como comunicariam estas 300 comunidades com tantas línguas diferentes e onde nem todos falam ou escrevem em mais do que a sua língua nativa?

Kanye West

Kanye West, o rapper da vida moderna

Não é sensato reduzir Kanye West ao estatuto de quasi-personagem de reality show que a cada ciclo de lançamento de um novo álbum gera controvérsia nos media. West foi uma pedra angular no desenvolvimento da cultura mais mainstream do rap.

Camming: a história de um olhar virtual

Em ‘Camming’, o mais recente trabalho de Janaina Leite, o palco são as salas virtuais Zoom e a encenação é um teste aos limites do erotismo.

Pedro Matos: “A arte é um instrumento contra a ‘ditadura do ausente'”

Na mais recente série de trabalhos de Pedro Matos, sobre fundos sólidos irrompem traços carregados de expressão que, ora mais abstractos, ora mais concretos, dificultam a cristalização de qualquer interpretação ou resposta. “Terão sido estas marcas intencionais? Recriadas?” Convidámos o pintor para uma pequena conversa de partilha e diálogo sobre esta visão.

Imagem do filme 'Prazer, Camaradas!' de José Filipe Costa

‘Prazer, Camaradas!’: a dimensão sexual do processo revolucionário

À boleia de estrangeiros que se juntavam às cooperativas da revolução ou de portugueses que retornavam para um Portugal em efervescente mudança, ‘Prazer, Camaradas!’ recupera conversas da época que nos revelam como as relações de intimidade se projectam pela vida de cada um, de cada colectivo e de cada sociedade.

25 de Abril de 2021: o símbolo da liberdade aos olhos da máquina

Catarina Rodrigues, fotógrafa e programadora criativa portuguesa a viver em Londres, treinou um modelo de aprendizagem automática com uma série de mais de 500 fotografias de um dos símbolos maiores do 25 de Abril, o cravo, e outro com outras tantas imagens de edifícios tipicamente portugueses, gerando a partir daí uma série de imagens que ilustram a forma como a máquina vê, processa e recria estes símbolos.

“O racismo do quotidiano, discreto e ‘inofensivo’, sucede diariamente”

“Sem Ofensa” é um livro de edição da AlmaLetra, concebido por Ângelo Delgado e Sofia Ayuso; o escritor e a ilustradora uniram-se nesta aventura que, partindo da experiência pessoal do Ângelo, quer combater o racismo à sua maneira. Digamos, subvertendo o habitual da expressão: SEM OFENSA. 

A mixórdia aliciante e enigmática do Hyperpop

O hyperpop é uma mistura de géneros e sub-géneros que já conhecemos. Tem por base a pop e absorve o excesso que lhe associamos, juntando-lhe vários elementos icónicos das mais diversas origens.

Farhot: um artista em busca das suas origens

‘Kabul Fire Vol.2’ é um olhar sobre o Afeganistão, uma viagem pelo passado, presente e futuro do país de origem do produtor que hoje vive em Hamburgo.

Medir a temperatura à nova poesia

A livraria Poetria propõe-nos a Fresca como uma coleção, um grupo, uma instituição que se promove a si própria como eixo central da cultura, desde a cidade do Porto.

Pedro Levi Bismarck sobre pessimismo enquanto “modo de começar a pensar” a arquitectura

O TBA (Teatro do Bairro Alto) recupera a publicação ‘Arquitectura e «Pessimismo»’ do coletivo portuense Stones against diamonds para dar mote às Práticas de Leitura organizadas no seu espaço digital a decorrer este Sábado (20 de Fevereiro) pelas 15h, na sala de Zoom do espaço lisboeta. Falámos com Pedro Levi Bismarck, autor da publicação, em jeito de antecipação ao debate.

Veneno (Hbo)

La Veneno: quando existir é resistir e inspirar outras vidas Trans

Veneno, a série espanhola que nos chega pelas mãos de Javier Calvo e Javier Ambrossi acompanha a vida de Cristina Ortiz Veneno. Há quem diga que Cristina se tornou uma ativista LGBTQI+ sem intenção; a sua existência era o seu trabalho ativista, movido pela resistência de ser sempre quem queria ser.

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