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E-mails desnecessários não são só chatos, também são poluentes

E-mails desnecessários não são só chatos, também são poluentes

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Estudo revela que 72% dos inquiridos não revelaram consciência sobre a pegada de carbono provocada pelos e-mails enviados e recebidos.

Com as nossas comunicações cada vez mais digitalizadas, todos os dias descobrimos algo novo em que quase ninguém tinha pensado. Se à impressão de e-mails todos associamos um elevado custo ambiental, um estudo comissionado pela OVO Energy, empresa fornecedora de energia do Reino Unido, revelou que deixar de enviar e-mails desnecessários também poderia ser benéfico para o ambiente.

Uma das conclusões do estudo foi, aliás, aquela com que abrimos este artigo — segundo os dados recolhidos, 72% dos inquiridos não revelaram consciência sobre a pegada de carbono provocada pelos e-mails enviados e recebidos. É em resultado desse desconhecimento que surgem então os e-mails desnecessários que 49% assume enviar.

Entendendo como desnecessários os e-mails com apenas uma ou duas palavras, de agradecimento, por exemplo, ou com um simples “LOL”, e partindo dos dados de Mike Berners Lee que nos seus livros propõe que cada e-mail seja equivalente a sensivelmente 1g de CO2 libertado, o estudo afirma que só no Reino Unido se poderiam poupar 16 mil toneladas de carbono emitido, se cada adulto enviasse menos 1 e-mail por dia.

Para ajudar neste objectivo proposto a empresa lançou uma extensão para o Google Chrome que detecta quando um utilizador tentar enviar um destes e-mails inúteis alertando-o para o impacto ambiental do que está a fazer.

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