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Conversas Impróprias: e o que fica depois do fim?

Conversas Impróprias: e o que fica depois do fim?

A democracia precisa de quem pare para pensar.

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O ciclo de Conversas Impróprias terminará com um encontro entre as moderadoras e os moderadores, que, mensalmente, desde julho, têm convocado vários nomes, para uma reflexão sobre os media: Carolina Franco, João Ribeiro, Raquel Botelho e Ricardo Gonçalves.

No próximo sábado, dia 19 de Dezembro, às 11h, o Palco Online Gerador recebe os jornalistas Carolina Franco, João Ribeiro, Raquel Botelho e Ricardo Gonçalves para uma última conversa sobre o futuro dos media.

O ciclo de Conversas Impróprias terminará com um encontro entre as moderadoras e os moderadores, que, mensalmente, desde Julho, têm convocado vários nomes, para uma reflexão sobre os media, passando por temas como o financiamento, os direitos de autor, a diversidade das redações ou a formação de jornalistas, em Portugal. Agora, reunimo-nos em torno do que se foi recolhendo, desenhando uma constelação, para que novas perspectivas se abram, na esperança que, com elas, mudanças efectivas se conquistem.

Carolina Franco é jornalista no Gerador, e olha para assuntos internacionais no Shifter. Nascida no Porto, aprofundou o seu interesse na cultura e na arte enquanto estudou na Escola Artística de Soares dos Reis. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto, viveu quatro meses em Ljubljana, na Eslovénia, onde teve a oportunidade de ser envolvida pela cultura pós-jugoslava e estudar Ciências Sociais. Na procura pelo saber, começou o mestrado em Antropologia – Culturas Visuais da Universidade Nova de Lisboa, onde se encontra agora. Graças a estas experiências, tornou-se mais interessada no papel da cultura na sociedade em geral e nas comunidades locais – uma relação que procura aprofundar cívica e profissionalmente.

João Ribeiro é co-fundador e director do Shifter. É formado em Marketing e Publicidade pela Escola Superior de Comunicação Social, e um auto-ditacta obsessivo noutros temas de interesse como design, tecnologia e novos media. O Shifter é uma publicação cooperativa e criativa para a geração digital, com a missão de acompanhar e compreender o presente para preparar com consciência o futuro. Fundado em 2013 por uma equipa multifacetada, rege-se pelo objetivo de ocupar uma lacuna existente no mercado de jornalismo e do conteúdo digital em português.

Raquel, a biografia não é o curriculum, mas uma forma de estar, escutar e olhar. A escrita da vida é algo que ainda procura ler e tem a certeza de que este “ainda” será para sempre. Por motivos de força maior, porque temos de estar sempre a definir-nos, diz-nos que trabalha na equipa editorial do Gerador, realizou a licenciatura em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa e na Universitat Autònoma de Barcelona, e o mestrado em Estudos Portugueses, na primeira instituição. Começou a envolver-se com a (agri)Cultura, quando começou a distinguir a voz dos pássaros e a sujar as botas de lama. Começou pela poesia, parece.

Ricardo Gonçalves nasceu em Castelo Branco, mas é em Lisboa que reside e trabalha atualmente como jornalista no Gerador, o que lhe permite estar envolvido em projetos artísticos que escapam às próprias fronteiras do universo da comunicação. É licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa e mestre em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE. Ao longo deste tempo de itinerância entre áreas de estudo – que lhe permitiu viver e estudar em Pádua, em Itália –, tem-se dedicado e envolvido sobretudo em iniciativas de âmbito cultural, em especial nos campos da literatura, do cinema e das artes visuais.

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