Intemporais

Privacidade: quais os limites para se ser meme?

Acho que toda a gente deveria poder fazer o que lhe apetecesse, sem correr o risco de vir a ser gozado na internet com uma foto que nem ele deve saber que lhe foi tirada.

Reconhecimento facial: e a privacidade?

Aeroportos, lojas e até smartphones estão a usar e a testar reconhecimento facil. Mas há que pensar em questões como a privacidade e a liberdade dos cidadãos quando se discute este assunto.

33,84%, parece-te suficiente?

Este valor representa pouco mais de 3 milhões de portugueses, aproximadamente um terço da população de Portugal, e traduz a realidade da ida às urnas nas últimas Europeias, em 2014.

Como desconfiar de uma conta falsa numa rede social

As contas falsas nas redes sociais não são tão difíceis de identificar como se possa pensar. Pelo contrário seguem quase todas os mesmos critérios e cometem quase todas os mesmos erros que a denunciam.

É difícil ser verde nos subúrbios (americanos)

A dependência do carro é uma das características da vida nos subúrbios. O problema não é apenas americano, mas talvez seja mais complexo nos EUA, o segundo maior emissor mundial de gases de efeito estufa e um país definido pela cultura do automóvel.

Porque é que estamos obcecados com o poema “Ozymandias”?

O que poeta alcança – de forma magistral – é o desarme de todas as figuras políticas que, do alto da sua megalomania, se esquecem de que todos os impérios caiem. É isto que o liga aos nossos tempos, ao impacto do populista, do fala-barato.

Criticar antes de partilhar: uma atitude saudável no mundo online

Já todos vimos essas imagens partilhadas nas redes sociais. É suposto haver uma comparação entre salários mínimos em vários países europeus, e depois uns comentários gerais sobre o país, o que leva a uma conclusão vincada: o nosso país é muito mau, o “povo” é manso e os governos, que são maus, são merecidos. Será mesmo assim?

Porque nos dói o cabelo

Que meta o dedo no ar quem nunca sentiu algo parecido. Parece não ter explicação e parece ter menos lógica ainda, afinal como é que o monte de células mortas nos dói?  

O menino da internet que morreu cedo demais

A história de Aaron Swartz escreve-se praticamente sem conectores de discurso ou adereços narrativos entre os acontecimentos. A quantidade de feitos que em tão pouco tempo de vida concretizou dão por si um texto rico, extenso e abrangente de uma série de temáticas-chave para a compreensão do tempo e da sociedade em que vivemos actualmente.

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