Cultural

Disco Elysium e o colectivo ZA/UM que conquistou o gaming mas acabou conquistado

Pr√©mios, entrevistas, um est√ļdio em expans√£o‚Ķ Os f√£s celebravam a grande vit√≥ria da criatividade sobre a incessante repetitividade de franchises e o fetichismo do realismo, e os criadores agradeciam publicamente a Marx e Engels na recep√ß√£o dos Video Game Awards.¬†Mas, como diz a frase tornada c√©lebre pelo antrop√≥logo russo Alexei Yurchak, ‚Äútudo era para sempre, at√© n√£o o ser mais.‚ÄĚ

P de Pl√°gio. Notas sobre autoria e autoridade

Neste ensaio pretende-se problematizar o tema da autoria, em particular, questionar a sua natureza intemporal e definitiva. Uma intenção porventura pretensiosa, mas que não é mais do que uma tentativa de dissecar uma questão sem encará-la como um obstáculo a superar.

Uma nova Bauhaus é possível? Sim, se nós quisermos

O Festival da Nova Bauhaus Europeia, realizado em Bruxelas entre 9 a 12 de Junho, teve como objectivo celebrar mas tamb√©m fomentar a discuss√£o em torno da Nova Bauhaus Europeia. Atrav√©s de impress√Ķes e observa√ß√Ķes recolhidas ao longo da sua primeira edi√ß√£o, contribu√≠mos para um debate sobre a NBE que se quer mais aberto, mais cr√≠tico e cada vez mais participado. E que s√≥ agora come√ßou.

Imagem Ilustrativa da Instapoetry

A Literatura possível nas redes sociais: entre Rupi Kaur e Caroline Calloway

A estrutura destes poemas apresenta-se adaptada aos constrangimentos impostos pelas suas configura√ß√Ķes. Por esse motivo, √© imperativo fazer a distin√ß√£o entre o poeta que escreve para as redes e o poeta que instrumentaliza as redes sociais como um meio de divulga√ß√£o, sem comprometer o resultado final do poema.

A guerra não é tempo de literatura

“Mas isto tamb√©m n√£o significa que a literatura se desvanece completamente. √Č no momento extremo, no momento de trag√©dia, no momento de amea√ßa que a literatura prov√©m dentro de n√≥s, pois todas as hist√≥rias e livros que lemos explicam-nos o mundo em nosso redor.”

BTS, o seu ARMY e a reinvenção dos grupos de fãs no século XXI

Pensar em grupos de f√£s, hoje, no universo pop, pressup√Ķe olhar para os grupos com maior destaque nos Tops e Pr√©mios a n√≠vel internacional, a sua presen√ßa em spots publicit√°rios e, claro, nas manifesta√ß√Ķes que recebem dos seus f√£s. E √© a√≠ que surge o ARMY, grupo de f√£s do grupo de K-Pop BTS.

‚ÄúQue conselho daria a um outro humano em vias de digitaliza√ß√£o?‚ÄĚ

‚ÄúHow to become data and dissolve into tears‚ÄĚ, projeto-piloto de digitaliza√ß√£o ao vivo, √© um espet√°culo pensado para testar os limites da performance numa altura em que o digital √© mais do que uma promessa, um universo de possibilidades, criado por Jo√£o Estevens ‚Äď artista associado √† Rabbit Hole e investigador em ci√™ncia pol√≠tica.

Tradu√ß√Ķes Liter√°rias P√≥s-humanas? Um Exemplo Kafkiano

Qual √© a qualidade da tradu√ß√£o feita atualmente pelos computadores? Para encontrar uma resposta a esta pergunta, coloco a quest√£o a um dos mais avan√ßados sistemas de MT atuais, e introduzo uma das frases mais conhecidas da l√≠ngua alem√£, o in√≠cio do conto de Kafka ‚ÄúA Metamorfose‚ÄĚ (1915).¬†

Imagem da Wikipédia

Podia a Wikipédia ser igual em todas as línguas?

Em que consistiria esta Wikipédia Universal, e como funcionaria? Como comunicariam estas 300 comunidades com tantas línguas diferentes e onde nem todos falam ou escrevem em mais do que a sua língua nativa?

As fronteiras de um género e o direito ao escapismo

‚ÄúPorque est√£o as pessoas t√£o preocupadas [com o g√©nero do livro]? O que √© g√©nero, afinal? Quem o inventou? Porque me veem como se tivesse trespassado uma esp√©cie de barreira?‚ÄĚ

Kanye West

Kanye West, o rapper da vida moderna

Não é sensato reduzir Kanye West ao estatuto de quasi-personagem de reality show que a cada ciclo de lançamento de um novo álbum gera controvérsia nos media. West foi uma pedra angular no desenvolvimento da cultura mais mainstream do rap.

Camming: a história de um olhar virtual

Em ‘Camming’, o mais recente trabalho de Janaina Leite, o palco s√£o as salas virtuais Zoom e a encena√ß√£o √© um teste aos limites do erotismo.

Pedro Matos: “A arte √© um instrumento contra a ‘ditadura do ausente'”

Na mais recente s√©rie de trabalhos de Pedro Matos, sobre fundos s√≥lidos irrompem tra√ßos carregados de express√£o que, ora mais abstractos, ora mais concretos, dificultam a cristaliza√ß√£o de qualquer interpreta√ß√£o ou resposta. “Ter√£o sido estas marcas intencionais? Recriadas?” Convid√°mos o pintor para uma pequena conversa de partilha e di√°logo sobre esta vis√£o.

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