Pub / Parceria

FlorCaveira faz 20 anos e desenterra 20 discos

Clássicos de uma das mais importantes editoras portuguesas chegam ao streaming – Spotify e Apple Music.
2 minutos de leitura
Screenshot via FlorCaveira/YouTube

A primeira “casa” de Samuel Úria, B Fachada, Os Pontos Negros ou Alex D’Alva Teixeira faz 20 anos e, para comemorar a passagem para a vida adulta, está a desenterrar 20 discos clássicos. Não o vai fazer de uma só vez, mas de forma faseada. As obras passarão a estar disponíveis nas mais recentes plataformas digitais – Spotify e Apple Music.

O primeiro disco desenterrado é lançado esta sexta-feira. Chama-se FlorCaveira em Frequência Modulada e, segundo a FlorCaveira, “é talvez o último disco da fase em que a editora ainda era um segredo”, tendo sido gravado com a ajuda do radialista Henrique Amaro no contexto do programa de rádio Portugália da Antena 3. Este FlorCaveira em Frequência Modulada tem “Pontos Negros pré-aclamação, Samuel Úria & as Velhas Glórias em velocidade hardcore, os Lacraus a explodir a sua baixa fidelidade, e os saudosos Ninivitas em feliz filarmonia”. É “um disco fundamental para compreender a história de como a FlorCaveira se tornou importante para a história da música popular portuguesa”.

FlorCaveira em Frequência Modulada está agora disponível no Spotify e no Apple Music. O próximo disco a ser desenterrado será Samuel Úria Em Bruto, o primeiro de Úria; vai chegar às novas plataformas digitais no dia 31 de Janeiro. Estes dois trabalhos estão, no entanto, disponíveis no Bandcamp da FlorCaveira para escuta e compra.

Os primeiros dois discos desenterrados pela FlorCaveira

A FlorCaveira – que nasceu no seio da Igreja Protestante, onde Tiago Guillul, fundador da editora, é pastor – apresenta-se agora como uma agência. Sob sua alçada estão seis artistas: o próprio Tiago, que assina com o apelido Cavaco, O Martim, o Lipe, (ex)-vocalista dos Pontos Negros, o Manel Ferreira, ex-Os Quais, o Jacinto Manuela e o José Camilo. Além de um site renovado, a FlorCaveira chegou ao Instagram.

Partilha nas redes sociais:
  • O Shifter é uma revista comunitária de pensamento interseccional. O Shifter é uma revista de reflexão e crítica sobre tecnologia, sociedade e cultura, criada em comunidade e apoiada por quem a lê.

Sugestões de Leitura

Estamos a criar uma revista de reflexão e crítica sobre tecnologia, sociedade e cultura.

Uma revista criada em comunidade e apoiada por quem a lê.

Queremos fazer do Shifter um espaço de publicação para pensamento colectivo e comunitário, aberto a sugestões e diálogos. Um ponto de encontro entre diferentes actores da sociedade, da academia ao activismo, da cultura à política.

Bem-vind@ ao novo site do Shifter! Esta é uma versão beta em que ainda estamos a fazer alguns ajustes.Partilha a tua opinião enviando email para comunidade@shifter.pt