Red Bull Music Culture Clash: Porrada musical sem causar ferimentos auditivos

Fica a saber que temos 4 bilhetes para te oferecer.

Na primeira edição não estivemos presentes e ficámos a roer-nos de inveja, desta vez não perdemos por nada e também não queremos que percas — por isso e antes de te darmos pormenores, fica a saber que temos 4 bilhetes para te oferecer para assistires ao vivo ao Red Bull Music Culture Clash 2018.

Será a segunda edição daquele que é o maior — e o único — embate pacífico entre culturas em Portugal. Aqui não há diss tracks mas há bom hip hop, não há artigos de opinião aziados mas há guitarras e rock. Ao todo são 30 artistas, divididos em 4 equipas que preparadas a rigor representarão uma espécie de fação cultural.

Nós temos 4 bilhetes simples para te oferecer — para te habilitares só tens seguir a inspiração e assumir os comandos de uma equipa imaginária. Diz-nos quem convidavas p’rá porrada musical e como se chamaria a vossa equipa maravilha. Só temos um bilhete, fica para o timoneiro poder preparar a sua equipa para embates futuros para que se qualifiquem. Identifica 4 amigos na nossa publicação de Facebook e diz-nos que nome darias à tua equipa — no final sortearemos os 4 vencedores.

A Crew 1, Capicua e Guerrilha Cor-de-Rosa, conta com a liderança da rapper portuense que meteu meio mundo a sonhar com “Vayorken” e inclui, nos pratos, o seu inseparável DJ D-One e, nos microfones e na agitação na frente de palco, M7 aka Beatriz Gosta. A esta tríade conhecida dos palcos juntam-se os reforços femininos: Ana Bacalhau, Eva Rap Diva, Marta Ren e Blaya. Maioritariamente cor de rosa, este colectivo, aposta “na força feminina”.

A Crew 2 responde pelo nome PAUS e PEDRAS, é liderada pelo grupo da bateria siamesa de Joaquim Albergaria e Hélio Morais que inclui ainda os préstimos de Fábio Jevelim e Makoto Yagyu e conta ainda com os valorosos aliados DJ Glue, Mike El Nite, Holly Hood e Silk. Hélio não esconde o que o nome tão bem revela: “PAUS porque somos uns egocêntricos incorrigíveis”, confessa. “E PEDRAS porque fomos buscar quatro gajos tão incríveis que vão abrir a cabeça dos membros das outras crews”.

Richie Campbell apresenta Bridgetown como a Crew 3. Ao lado do “maestro” Richie Campbell posiciona-se uma equipa de peso que integra os talentos de Mishlawi, General Gogo, Luís Franco Bastos, Ben Miranda, Dengaz, Plutonio, DJ Dadda, Dodas Spencer e Afonso Ferreira. A aventura Bridgetown, explica-nos Richie que sempre se inspirou em locais e ritmos quentes, tomou forma na cidade do mesmo nome em Barbados. Mas, justifica, “de certa forma, Lisboa também é uma Bridgetown”.

Finalmente, o line-up completa-se Crew 4 que responde por Rui Pregal da Cunha apresenta Ultramar: além do histórico vocalista dos Heróis do Mar que é o timoneiro de serviço haverá que ter em conta uma tripulação que inclui os Capitão Fausto, Memória de Peixe e Throes + The Shine. Este Ultramar, sugere Rui Pregal, serve para dizer que esta aventura vai mais além na celebração das pistas que os seus Heróis do Mar já dançavam nos anos 80. E que se continuam a dançar no século XXI!

Carlão e Alex D’Alva Teixeira serão os hots e os responsáveis por fazer cumprir as regras. O desafio é composto por um total de quatro rondas que poderão ir dos 8 aos 15 minutos por equipa. Cada crew tem o kit normal de um Dj — pratos, mesa, microfore — e poderá tocar dubplates ou versões exclusivas das músicas. A regra chave é não haver repetições por muito que o público vibre com determinado hit. Cada ronda terá um vencedor que será determinado em função dos decibeis atingidos pelos aplausos do público.

O prmeiro round é uma espécie de aquecimento e a partida joga-se nos seguintes. O terceiro é especial denomina-se “Dormindo com o Inimigo” e a cada crew é pedido que toca o estilo de músico característico de um dos seus oponentes. A ronda final também não podia deixar de ser especial e é aqui que podem surgir as grandes surpresas da noite. No Juízo Final cada crew deve dar tudo o que resta e pode ainda apresentar reforços secretos.

Cada crew estará num dos 4 palcos, dispostos em círculo no coliseu, com direito a um sistema de som próprio o que contribuirá para a sensação de duelo.

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais: o bilhete de Plateia custará 20 euros, mas estará igualmente disponível por 35 euros um bilhete Plus que dará acesso a uma área Premium, a uma after party exclusiva e a uma oferta especial ainda por desvendar. Será igualmente disponibilizado um Pack Fnac que incluirá bilhete para a Plateia, Booklet do evento e uma oferta especial.

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