Ecobranding: os logótipos de sempre numa imagem mais ecológica

O movimento Ecobranding quer reduzir o impacto ecológico do design e começou pelos logótipos mais conhecidos do mundo.

Quando um consumidor pensa no logótipo de uma marca ou no seu design em geral, a última coisa de que provavelmente se lembra é da quantidade de tinta e de recursos materiais que custará produzir todo o estacionário, embalagens, rótulos, enfim, tudo o que defina a experiência de marca.

Contudo, com a presença massificada das marcas e a crescente consciencialização dos designers, esse paradigma pode estar para mudar. É esse o objectivo do movimento Ecobranding – um trabalho conceptual criado por designers e que reúne numa página alguns dos princípios chave desta filosofia.

Para atrair a atenção dos internautas, o grupo recriou alguns dos logos mais icónicos do nosso quotidiano na sua versão ecológica, optando por retirar cirurgicamente o preenchimento em determinadas zonas da forma, sem comprometer o seu reconhecimento.

A metodologia, que não é propriamente nova, assenta em três pilares, Perfomance Visual, Eficiência Económica e Eficiência Ecológica. O primeiro eixo focado no reconhecimento da forma, o segundo na poupança de custos e o terceiro na redução do impacto ecológico.

 

Os criadores do Ecobbranding posicionam a sua filosofia de design como uma possível revolução no futuro do design que se seguiria a movimentos igualmente revolucionários, embora noutros âmbitos menos globais, como o flat skeumorphism, o flat ou o material design.