No próximo ano, 236 escolas vão poder escolher como querem ensinar

O projecto-piloto de Flexibilidade Curricular será aplicado em 171 escolas públicas e 61 escolas privadas do território nacional e em 4 escolas portuguesas no estrangeiro.

Flexibilidade Curricular escolas

A meio de Agosto ainda são poucos os que pensam nas aulas, excepto os responsáveis por organizar o sempre conturbado arranque. Foi precisamente do Ministério da Educação que surgiram as primeiras surpresas sobre o próximo ano lectivo, reveladas pelo jornal Público.

O denominado projecto-piloto de Flexibilidade Curricular, já anteriormente mencionado mas só agora explicado, será aplicado em 171 escolas públicas e 61 escolas privadas do território nacional e em 4 escolas portuguesas no estrangeiro e dá a cada Estabelecimento de Ensino o papel de decisão sobre uma série de propostas sobre a abordagem temática e a gestão da carga horária. Para já, abrangerá algumas turmas selecionadas e em príncipio de ciclo, isto é, 1.º, 5.º, 7.º e 10.º anos.

O pacote de propostas apresentado pela tutela no despacho que regulamenta o novo modelo, e descrito pelo jornal Público, contempla várias iniciativas, sendo que apenas duas delas deverão ser obrigatórias para as turmas aderentes: as disciplinas de Cidadania e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).  Como medidas optativas surgem uma série de outras ideias como a criação de disciplinas, ou a fusão, em áreas que façam sentido, como as ciências. Outra das opções à disposição das escolas e das turmas aderentes é similar ao modelo de ensino por temas, já em experiência na Finlândia, conforme aqui noticiámos.

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