Universidades e politécnicos portugueses vão ter bicicletas para uso pela comunidade


A Universidade de Aveiro (UA) vai para adquirir 142 bicicletas convencionais e 97 eléctricas para distribuir pelo campus e pólos associados. Toda a comunidade académica daquela instituição poderá usar os pequenos veículos em regime de aluguer de longa duração.

Em comunicado, a UA explica que o investimento – no valor de 300 mil euros – resulta da aprovação da candidatura da universidade ao projecto U-BIKE PORTUGAL, uma iniciativa financiada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR) e dirigida às Instituições de Ensino Superior Públicas (IES). “Face à obrigatoriedade de 40% das bicicletas serem eléctricas, a proposta da UA, que previa a aquisição de 239 bicicletas, fixou-se em 142 convencionais e 97 elétricas, devendo ser distribuídas a partir dos finais deste ano, inícios de 2017”, lê-se.

Está previsto o Campus de Santiago da UA receber as 142 bicicletas convencionais e 77 eléctricas. Na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda (ESTGA), existirão 14 bicicletas eléctricas; e na Escola Superior Aveiro Norte (ESAN) serão seis. “Prevista está igualmente a construção de cerca de 300 novos parques de estacionamento e a realização de iniciativas de promoção do uso da bicicleta, a desenvolver em várias fases e a arrancar já em Setembro”, acrescenta a instituição.

A Universidade de Aveiro não foi a única instituição de ensino superior com um “sim” do PO SEUR. Existiram mais 14 candidaturas ao U-BIKE PORTUGAL aprovadas, nomeadamente as Universidades de Évora, da Beira Interior, de Trás-os-Montes e Alto Douro, do Porto e do Minho, a Universidade Nova de Lisboa, o ISCTE, o Instituto Superior Técnico, e ainda os Institutos Politécnicos de Leiria, de Beja, de Viana do Castelo, de Bragança, do Cávado e do Ave e do Porto.

Ao todo, no âmbito dos 15 projectos aprovados pelo PO SEUR, serão adquiridas 3 234 bicicletas (2 096 elétricas e 1 138 convencionais) para utilização das comunidades académicas, com o objectivo de alterar os comportamentos relativos às opções de mobilidade, nomeadamente a opção por modos suaves em detrimento do uso do transporte individual motorizado, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável nos campus universitários e nos territórios em que estão instalados.

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