Já não podes ir ao McDonald’s ver porno enquanto comes um Happy Meal


O McDonald’s, a maior cadeira de fast-food do mundo, decidiu bloquear todo o conteúdo pornográfico na rede wi-fi da maioria dos seus restaurantes nos Estados Unidos. Não se sabe se a medida será alargada globalmente, pois partiu de uma iniciativa nacional.

A restrição – que acontece em 1400 McDonald’s nos Estados Unidos – chega depois de dois anos de pressão do movimento Enough is Enough (EiE), que pede que as redes públicas de wi-fi sejam seguras para crianças e famílias. Liderado por Donna Rice Hughes, EiE foi fomado em 1992 como um grupo anti-pornografia, mas mudou a sua abordagem nos últimos anos e, em 2014, lançou uma campanha intitulada “National Porn Free Wi-Fi”, com o objectivo de pressionar os gigantes McDonald’s e Starbucks a bloquear conteúdos pornográficos nas suas redes wi-fi.

Ver pornografia no McDonald’s ou Starbucks pode parecer um comportamento estranho, mas é algo que acontece. Donna Rice Hughes disse ao New York Post que perguntou a empregados do Starbucks se tinham tido problemas com clientes em sites pornográficos nas suas lojas e eles disseram que sim, que às vezes têm de pedir a algumas pessoas para fecharem o browser. O EiE desconhece qualquer incidente em restaurantes do McDonald’s.

O Starbucks não é o único sítio onde as pessoas vêem porno em público. No mês passado, soube-se que sem-abrigo e jovens em Nova Iorque usavam os pontos de Internet de Time Square para ver conteúdos inapropriados, forçando a empresa LinkNYC a instalar filtros em certos sites e pesquisas.

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