Handys: os prémios para os maiores “gabarolas” da publicidade

A publicidade mete muitas mãos ao barulho.

Quem trabalha em publicidade não tem mãos a medir. Publicidade é levar com uma palmada que abre olhos num ritmo sôfrego e os happy endings nem sempre acontecem. 

Bem, trabalhar em publicidade é perceber onde está o ganho. Pronto, e agora já podemos falar de prémios – aquilo que realmente interessa. Destes, dos Handys – um evento (fake) de premiação para os maiores merdas do negócio. O melhor disto tudo? Nem teriam de bater punho ao trabalho.

Para os que estão menos familiarizados com os Handys, basta acederem a uma webapp. Até porque toda esta conversa só funcionaria de mãos dadas com o site handyawards.org. Agitem o vosso telefone, tal como se estivéssemos a falar do pessegueiro-trombone e inchem o ego como o maior criativo que alguma vez pisou o planeta Terra. Porque todos nós temos direito a um prémio, de vez em vez.

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A verdade moral: os Handys surgiram por criativos anónimos na indústria que pretendem mostrar o quão machista é a esfera peluda da publicidade, ressalvando que “apenas 3% da direcção criativa é feita por mulheres”.

Sim, a publicidade também tem o seu quê de masturbatório. 

Agora, senhores criativos, controlem-se quanto baste e vão lá fazer amor. Metam-se em trabalhos [manuais].

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  • O Marco Rocha é uma espécie de homem-do-lixo (das analogias): tudo cheira mal, mas alguém tem de tratar dos baldes. É estratega na Live Content.

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