Nike “regressa ao futuro” com estes ténis que se apertam sozinhos

Sim, a tecnologia é real. E vai estar à venda.

Há algum tempo que a Nike nos anda a falar dos ténis que se apertam sozinhos do filme Back To The Future. Em 2015, colocou à venda uma edição limitada destes ténis, com todas as receitas a reverterem para a Fundação Michael J. Fox para investigação sobre Parkinson. Este ano, a Nike vai colocar à venda um novo par inspirado no de Marty McFly.

Chamam-se Nike HyperAdapt 1.0 e são oficialmente os primeiros ténis que se apertam sozinhos da Nike. Não são bem os do do filme Back To The Future – o design é diferente e bem mais actual. Mas a magia mantém-se. Os HyperAdapt 1.0 não têm atacadores tradicionais; em vez disso, há umas tiras elásticas ligadas a uma bateria, que ficam sobre o peito do pé e apertam ou alargam conforme a informação que vão recebendo dos sensores integrados no sapato.

Enquanto que os Nike Air MAG (os tais lançados no ano passado) eram mais uma acção de marketing que um produto real, os Nike HyperAdapt 1.0 são a sério e foram pensados para quem pratica desporto. Os sensores instalados na base dos ténis registam o peso do utilizador e a posição do sapato em relação ao solo, isto é, se a pessoa assenta o pé no chão fazendo mais força com o calcanhar ou com a parte da frente do pé. A forma como os ténis se apertam tem em conta esses dados.

No lado esquerdo dos HyperAdapt 1.0, existem dois botões para alargar ou apertar mais os ténis. Quanto pressionados durante mais de 2 segundos, esses mesmos botões servem para desapertar completamente os ténis. A bateria dos HyperAdapt 1.0 é capaz de durar duas semanas com um único carregamento.

A designação “1.0” sugere que a Nike está a pensar em melhorar esta tecnologia, que pode ser útil para corredores, até porque os atacadores tradicionais podem pregar partidas. A marca não revelou datas nem preços para os HyperAdapt 1.0. Quanto aos Nike Air MAG, não vão ser comercializados, mas poderão ser adquiridos num leilão, cujos detalhes deverão ser revelados em breve.

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  • Jornalista, adepto de cidades humanas e curioso por ideias que melhorem o país. Co-fundei o Shifter em 2013, sou desde 2020 coordenador do projecto editorial Lisboa Para Pessoas.

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