Coclea é o mote para uma viagem até ao nosso imaginário

Estar à frente da mesa de som da Galeria Zé dos Bois​, no Bairro Alto, e ser semanalmente exposto a concertos dos mais variados estilos musicais, só pode trazer coisas boas. No caso de Guilherme Gonçalves, que desempenhou este papel durante dois anos, a coisa boa chama-se Coclea​.

O projecto a solo do actual produtor dos Blacksheep Studios é uma experiência sónica que tem como objectivo principal ser o fio condutor e o impulsionador de uma viagem interior ao imaginário pessoal do seu ouvinte. O nome Coclea vem mesmo de uma parte do ouvido interno responsável por percepcionar e distinguir as diferentes frequências a que o nosso ouvido está jeito.

O Shifter foi visitar o músico e produtor ao seu espaço de trabalho, em Sintra, e sentou-se à conversa — no mesmo sofá e na mesma sala de estar por onde já passaram bandas como Linda Martini, PAUS, Riding Pânico, Equations, Juba ou Vicious Five — para saber mais sobre a música e sobre o imaginário pessoal de Coclea, ou Guilherme Gonçalves.

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