PT Portugal vai fundir MEO e PT Comunicações para reduzir custos

A PT Comunicações está prestes a ganhar uma nova vida. Dias antes de o CEO da PT Portugal, Armando Almeida, desvendar pormenores sobre a nova linha estratégica, a https://staging2.shifter.pt/wp-content/uploads/2021/02/e03c1f45-47ae-3e75-8ad9-75c08c1d37ee.jpgistração da empresa aprovou a fusão entre a PT Comunicações (PTC) e o MEO. Significa isso que todos os activos do MEO passarão para a PTC, mas a marca que sobreviverá será a primeira: a sociedade passará a designar-se MEO Serviços de Comunicações e Multimédia.

Dada a sua “relevância e notoriedade em mercado”, a marca MEO tem vindo a assumir o controlo da PT Portugal desde o fim da marca TMN em Janeiro deste ano. Agora, o MEO será tudo: fixo, móvel e televisão e a marca PT Comunicações (criada em 2000) deixará de estar à vista dos consumidores. A PT Comunicações já vendeu telefone fixo (até há um anúncio com os Gato Fedorento) e hoje está associada, por exemplo, às cabines telefónicas.

http://youtu.be/e9OhMbJ8a_c

“O MEO procederá a uma transferência global do seu património para a PTC, extinguindo-se a sociedade incorporada com o registo definitivo da fusão na Conservatória do Registo Comercial”, lê-se no projecto de fusão. “Perante a tendência já registada nos planos comercial e tecnológico, a manutenção de duas sociedades distintas responsáveis pela prestação do serviço fixo e móvel coloca o grupo PTP [PT Portugal] numa posição concorrencial desfavorável face a outros operadores”, indica a operadora.

No fundo, a PT Portugal pretende reduzir custos operacionais, simplificando procedimentos https://staging2.shifter.pt/wp-content/uploads/2021/02/e03c1f45-47ae-3e75-8ad9-75c08c1d37ee.jpgistrativos e optimizando recursos. A incorporação do MEO na PTC vem ainda responder “às movimentações recentes registadas no mercado nacional e que poderão determinar uma redução significativa da sua vantagem competitiva face à concorrência”, refere a empresa.

A MEO Serviços de Comunicações e Multimédia passará a deter os 4 imóveis que hoje pertencem à MEO (em Lisboa, no Porto e em Albufeira), bem como um conjunto de marcas nacionais (como Vamos Lá, MusicBox ou Moche, entre outras) e internacionais, e dezenas de domínios.

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  • Jornalista, adepto de cidades humanas e curioso por ideias que melhorem o país. Co-fundei o Shifter em 2013, sou desde 2020 coordenador do projecto editorial Lisboa Para Pessoas.

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