Paraplégico num exosqueleto motorizado deu o pontapé inaugural do Mundial

O Mundial de futebol arrancou ontem, na Arena Corinthians, em São Paulo, com um pontapé inaugural diferente: foi dado por um paraplégico num exosqueleto motorizado (isto é, num fato robótico controlado pelo seu cérebro).

Esta tecnologia foi desenvolvida pelo projecto Andar de Novo, um consórcio formado por 156 cientistas, engenheiros, técnicos e pessoal de apoio de diversos países e dirigido pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.

O jovem de 29 anos Juliano Pinto, que está paralizado da cintura para baixo, foi quem conduziu o exosqueleto motorizado. Sim, dissémos “conduziu” porque Juliano controlou a artimanha com o seu próprio cérebro, conseguindo assim mexer as suas pernas para pontapear a bola.

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  • Jornalista, adepto de cidades humanas e curioso por ideias que melhorem o país. Co-fundei o Shifter em 2013, sou desde 2020 coordenador do projecto editorial Lisboa Para Pessoas.

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