As disquetes de Nick Gentry

Nascido em Londres, em 1980, Nick Gentry cresceu numa época marcada pelo crescimento da Internet e pelo aparecimento dos formatos de armazenamento digitais.

Interessa-se por aquilo a que chama de tecnologia obsoleta, como disquetes antigas, cassetes VHS ou Polaroid’s, e os seus trabalhos, que consistem em retratos pintados usando como tela estes objectos, abordam temas como a vida e a morte, a cultura de desperdício em que vivemos, o consumismo e “a rapidez com que esquecemos a utilidade das coisas”.

Ao utilizar objectos reciclados, cedidos por fãs que querem colaborar com o artista, Nick Gentry faz uma associação material, presente e palpável nos seus trabalhos, aos temas abstratos neles abordados. Já expôs nas principais cidades europeias e nos Estados Unidos e afirma que, se pudesse decorar um lugar do mundo à sua escolha, seriam as pirâmides do Egipto.

O trabalho de Nick Gentry pode ser acompanhado no website pessoal, no Facebook e também no Instagram.

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  • Jornalista, adepto de cidades humanas e curioso por ideias que melhorem o país. Co-fundei o Shifter em 2013, sou desde 2020 coordenador do projecto editorial Lisboa Para Pessoas.

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