The Wolf of Wall Street tem mais CGI do que aquilo que imaginas

Tendemos a associar o CGI (computer-generated imagery) a filmes que reproduzem um imaginário, algo que não existe, como nave espaciais, super heróis, monstros, dragões, exércitos de macacos… Mas a verdade é que o CGI também é usado para convincentemente recriar cenários do mundo real.

É o caso de The Wolf of Wall Street, a película baseada na história real de Jordan Belfort. Todos os frames das 3 horas de filme nos parecem reais, o que nos leva a soltar algo como “Olha p’ra isto. Muito bom. Que filhos da p*ta” ao ver este vídeo da Brainstorm Digital, o estúdio efeitos visuais que tratou de concretizar aquilo que Martin Scorsese não conseguiu nas gravações.

Percebemos facilmente o CGI em filmes como o The Hobbit ou o The Lord of the Rings. Ambos requerem efeitos visuais complexos, e como não temos nada do mundo real a que comprar esses efeitos aceitamos a aproximação. Todavia, em The Wolf of Wall Street o uso do CGI é no mínimo impressionante.

Ao vermos o filme, não nos apercebemos de nada. É tudo real na tela. O que nos leva a concluir uma só coisa: o CGI está muito bem aplicado e já não soa a fake como antigamente.

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  • Jornalista, adepto de cidades humanas e curioso por ideias que melhorem o país. Co-fundei o Shifter em 2013, sou desde 2020 coordenador do projecto editorial Lisboa Para Pessoas.

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