Vodafone Mexefest promete mais uma vez agitar a Avenida da Liberdade


O Inverno aproxima-se, mas Lisboa não se acomoda. As portas do Vodafone Mexefest estão quase a escancarar-se para deixar entrar a música de todos os lugares, de muitos movimentos, sempre alternativa, sempre surpreendente, sempre diversa.

Nas noites de 29 e 30 de Novembro, Lisboa enche-se de energia num pulsar vibrante e musical que enriquece e incandesce a capital. O Vodafone Mexefest está de volta em 2013 e a nova edição trará o melhor da música contemporânea aos vários espaços da Avenida da Liberdade e área envolvente. O cartaz? Como sempre, de excepção, rico e diverso nas estéticas, transnacional, capaz de agradar a uma miríade de públicos. Desde a primeira hora que o Vodafone Mexefest é mostra tanto da música internacional, como da nacional, em igual medida.

Sabendo, como sempre, dar nota distinta aos projectos que inovam, surpreendem e que, nas bocas do mundo alternativo, ocupam os lugares mais altos da competência, o Vodafone Mexefest, durante duas noites, promete apresentar nomes de qualidade inegável, e, muito provavelmente, como noutras ocasiões, catapultar alguns deles para um reconhecimento que ultrapasse as fronteiras do festival. No Vodafone Mexefest, não entram os grandes nomes da música.

Este equilíbrio artístico é parte do ADN do festival, totalmente diferente dos outros grandes festivais nacionais. Urbano, de Inverno, público melómano, com um recinto aberto ao longo da Avenida, o Vodafone Mexefest revela-se um verdadeiro interail musical pelos recantos encantados de Lisboa. 

Aliás, uma das Vodafone Mexefest é a exploração e aproveitamento de muitas das estruturas arquitectónicas da Avenida da Liberdade. São cada vez mais os espaços que têm servido para receber, com encanto, os muitos músicos que fazem o festival. Este ano uma surpresa: o Coliseu dos Recreios. Inaugurada em 1890, é a sala de espectáculos lisboeta mais icónica, mantendo nos dias de hoje doses de charme e importância incomparáveis. Fora do Coliseu, os concertos tomam conta de estações de comboios, de salas emblemáticas, de autocarros, de teatros, de salas de cinema…

O Vodafone Mexefest é um formato consolidado, e de sucesso. Só no primeiro ano, o retorno foi 3 vezes superior ao investimento efectuado. Toda a experiência neste festival urbano está já muito bem oleada, por forma a que o resultado seja do agrado do festivaleiros. Do chocolate quente oferecido nas filas para os concertos às castanhas assadas gratuitas ao longo da Avenida da Liberdade, sem esquecer os Vodafone Shuttles (carrinhas que transportam o público gratuitamente entre as salas), os Vodafone Bus (dois autocarros da Carris que asseguram viagens ao som de novos artistas na cena nacional; no fundo, são autocarros com bandas a tocar no interior), e, claro, a app para smartphones.

Sempre com a música como pano de fundo, a tecnologia anda de mãos dadas com o festival.  Disponível para iOS e Android e com integração com o Facebook, a app permite consultar as principais notícias sobre o festival e o cartaz de espectáculos (com filtro por data, sala e artista), criar uma agenda de concertos personalizada, aceder a informações úteis (incluindo a localização e a lotação das salas em tempo real) e comentar os diferentes concertos.

Uma das novidades para esta edição são os Vodafone Smart Concerts. Através de uma funcionalidade de reconhecimento de imagem (em realidade aumentada), disponível na app do festival, é possível assistir a performances inéditas de um artista/banda do cartaz. 

Outra novidade são os Vodafone Music Sessions: concertos surpresa em recintos fechados. A iniciativa teve a sua estreia no Vodafone Paredes de Coura, este ano, e foi um sucesso.

No calendário, os dias para o Vodafone Mexefest começam a ser poucos e por isso a ansiedade avança galopante. No cartaz da edição deste ano do festival que agita a Avenida da Liberdade, estão nomes como Daughter; Discotexas; Erlend Øye; Gisela João; The Legendary Tigerman; Márcia com Samuel Úria e António Zambujo; Octa Push; Oh Land; Peixe Avião; Alex D’Alva Teixeira; ou Woodkid.